quarta-feira, 6 de setembro de 2017

domingo, 25 de junho de 2017

PRAÇA DO PIRULITO - CADÊ O PIRULITO??

       
Foto e texto José Maria Gurgel - Cajazeiras - PB
Na verdade Praça José Rolim Guimarães, batizada pelo povo como Praça do Pirulito em razão das luminárias da praça, no tempo da inauguração, parecidas com pirulitos que hoje não existe nenhum.

Outras cidades Brasil afora tem praças com esse mesmo nome, pela mesma razão, Belo Horizonte - MG, Maceió - AL, Crateús - CE, Xique Xique - BA...

O Bar do Pirulito conseguiu imortalizar a denominação popular da praça que já foi point da cidade e ainda hoje é local agradável de encontros pelo verde que ostenta ao redor e outras atrações...
Conta-se que na inauguração da praça pelo Prefeito Chico Rolim (foto), o mesmo declarou solene, na presença dos Guimarães e Rolim, os homens de paletó, as mulheres de longo, banda de música, imprensa, foguetório, muita gente...
- Declaro inaugurada a Praça José Rolim Guimarães, também chamada de Praça do Pirulito...
Os Rolins e os Guimarães não gostaram dessa "desfeita" ao parente ilustre e saíram de fininho da solenidade.


     





domingo, 21 de maio de 2017

FORÇAS MISTERIOSAS CONSPIRAM CONTRA CAJAZEIRAS

FORÇAS MISTERIOSAS CONSPIRAM CONTRA CAJAZEIRAS
Do livro Cajazeiras, Nas Crônicas de um Mestre-Escola, pags. 99 a 101
Professor Antonio José de Sousa
Serrote do Jatobá, hoje Monte do Cristo Redentor
Esta localidade que surgiu nas matas do vale do Rio do Peixe, no extremo-oeste do sertão pa- raibano, ao sopé do serrote do Jatobá, hoje Monte do Cristo Redentor, teve sua origem com a construção do açude e a edificação da casa da fazenda Cajazeiras sob a administração do seu proprietário VITAL DE SOUSA ROLIM.
Casa Mãe Aninha
No local da primitiva casa da fazenda Cajazeiras, à margem do açude, onde está edificado hoje o mais elegante clube da sociedade local, nasceu a cidade que ensinou a Paraíba a ler. De simples fazenda chegou a ser elevada a povoação, vila e cidade, graças ao rápido desenvolvimento de seu progresso, mo- tivado pela presença da as- sistência espiritual e educacional, que lhe fora proporcionada por Mãe Aninha, com a edificação da Ca- pelinha de Nossa Senhora da Piedade, e pelo Padre Mestre Rolim, com a instalação de sua escola, que se tornou colégio, o primeiro em todo o Estado da Paraíba.
É esta a base da edificação de nossa cidade. A cidade dos Gomes, dos Lins, dos Albuquerque, dos Souza, dos Rolim, dos Cartaxo e dos Bezerra. Cidade de uma história bonita, que teve a sua origem às margens do Riacho das Capoeiras, nas terras secas do Vale do Rio do Peixe, sob a inspiração da família cristão, e as bênçãos do Sacerdote de Cristo.
Localidade esta que fora moldada em torno da Capelinha de Nossa Senhora da Piedade, a casa de conversação com Deus, para o alimento espiritual da alma. Cidade que nascera ao beiral de um Colégio, a casa da instrução e do saber para educar, dando o alimento da cultura e a luz da ciência às criaturas humanas. Núcleo social que se instalou às margens do açude, reservatório de água, líquido precioso, que alimenta a vida material do homem, dos animais e das plantas.
Uma cidade assim, que tem a sua origem assentada so- bre o alicerce de sólida es- trutura espiritual, moral e so- cial, não pode jamais ficar exposta às influência ma- léficas, que agem às ocultas, sob capa misteriosa, escudadas na covardia, jogando os tor- pedos da destruição de seu progresso e da sua civilização.
Querem destruir Caja- zeiras colocando uma pedra no caminho do seu desenvol- vimento. Até parece que para isto se acha em marcha uma vasta conspiração. No ano passado, o ano do seu Primeiro Centenário de município, sus- penderam o tráfego fer- roviário que lhe trouxera progresso e civilização durante mais de 40 anos. Negaram-lhe o direito de ser a sede da Quarta Residência do DNOCS. Abriram as comportas da Barragem do Piranhas. Esvaziaram  o reservatório de água, com que propósito não sabemos, mas a maldade humana julgou que poderia ser uma determinação perversa para prejudicar o abastecimento de água da cidade, que se acha em vias de conclusão.
Para completar a nefasta obra de hospitalidades à terra do Padre Rolim, numa atitude humilhante para o povo desta cidade e das regiões circun- vizinhas, mandaram arrancar e retirar os trilhos da estrada de ferro que Epitácio Pessoa deu de presente à Cajazeiras, quando presidente da Re- pública, no ano do Cen- tenário da Independência do Brasil, em 1922.
Agora. No ano de 1965, depois de 43 anos que a nossa terra e a nossa gente se beneficiam com o serviço do tráfego ferroviário, que tanto bem tem feito aos que habitam nesta região, justamente no ano centenário do nascimento de Epitácio Pessoa, quando, como homenagem ao grande paraibano e ilustre brasileiro desaparecido, se deveria aperfeiçoar e intensificar o serviço de trem como transporte popular, foi decretada a extinção da nossa estrada de ferro, construída e inaugurada pelo governo do presidente Epitácio Pessoa, representando uma dádiva de sua brilhante administração, que impulsionou o nascer e crescimento de uma nova era de prosperidade e grandeza, não só para a nossa cidade, mas para todo sertão do Alto Piranhas.
Francisco Matias Rolim
Felizmente, segundo estamos informados, o Sr. Prefeito do Município, que se achava ausente de Cajazeiras, logo que chegou tomou as providências cabíveis no caso, e conseguiu paralisar o arracamento dos trilhos
O Chefe da Edilidade Municipal, Sr. FRANCISCO MATIAS ROLIM, em companhia do Monsenhor VICENTE DE FREITAS, esteve em Campina Grande, na última segunda-feira, onde se encontrou com o Ministro da Viação, levando ao seu conhecimento o que se estava passando em Cajazeiras.
Desse encontro com o Ministro da Viação ficou acertado novo encontro em Fortaleza, sede da RVC, para a solução do caso do nosso trem, amanhã, 9 de abril.
Vamos aguardar, fé em Deus e confiança nos homens o resultado dos entendimentos dos nossos representantes, com o Ministro da Viação e os Diretores da RVC, para a definitiva solução do caso do nosso trem, o trem que Epitácio nos deu e tanto contribuiu para o desenvolvimento em Cajazeiras.
Cajazeiras, 8 de abril de 1965

terça-feira, 25 de abril de 2017

Quem são estes jovens que faziam parte dos Penetras de Cajazeiras?


Tempo de uma juventude saudável
Da esquerda para a direita: Marcelo Xavier, Rafael Holanda e Edilberto Pereira
Colaborador:
Rafael Holanda Lins
João Pessoa – PB

sábado, 22 de abril de 2017

Grupo Escolar Monsenhor Milanez, 1950, por Christiano Moura

      A foto(grafia) – antigamente se chamava retrato – foi feita em nov./dez.1950, no Grupo Escolar Mons. Milanez, em comemoração à colação de grau dos alunos do antigo Curso Primário – 1º ao 4º ano do hoje Curso Fundamental. 
Eis os concluintes, 
alguns deles in memoriam: 
      1ª fila – Dona Noêmia, Inácio Rolim, José Odílio Pires, João Batista Rolim, José (Zezinho) Batista, Marinaldo Augusto, Jesus Bezerra e Maria Cavalcanti; 2ª fila – Toinha Oliveira, Terezinha Ricarte, Terezinha (de Tal), Rosa Amélia Rolim e Joana (de Tal); 
      3ª fila – Francisca Félix, Salete, Selma Maciel e Francisca Santana; 
      4ª fila – Erenice Ferreira, Noélia Guedes, Terezinha (de Seu Neco), Sara (de Seu Acrísio) e Raimunda (de Tal)

      PORTAL DA MEMÓRIA - GAZETA DO ALTO PIRANHAS


sexta-feira, 21 de abril de 2017

Um comício que ficou na história...

  Lá pelos idos da década de 50 do século passado em um comício político na cidade Cajazeiras, aconteceu um fato inusitado que mudou a história da cidade. Figuras ilustres da política paraibana como Rui Carneiro, Argemiro Figueiredo e outros políticos da região que se atreviam a discursar no palanque armado em uma praça central da cidade eram vaiados sumariamente por uma população revoltada e com profundo descrédito na classe política naquele momento. Quem subia ao palanque e pegava em microfone para falar era coberto de vaias e xingamentos. Todos os presentes na comitiva de políticos vindos da capital do estado para falar ao povo Cajazeirense, estava inibido e recusava assumir postura de orador para pedir votos naquele lugar; só alguns mais afoitos teimavam e eram alvos dos mais baixos xingamentos e palavrões, tamanha a revolta do povo cajazeirense com os políticos paraibanos. Criou-se uma situação vexaminosa e embaraçosa para os oradores oficiais daquele comício, candidatos e partidários que não viam qualquer saída emergente para aquela situação. Coube ao grande orador paraibano Alcides Carneiro, natural de Princesa - Pb, mudar toda a história do comício e da cidade de Cajazeiras. Depois de tomar uns goles, umas lapadas de cana da qual era uma adepto consumidor, um exímio consumidor de suas propriedades medicinais, resolveu subir no palanque e discursar para aquela plateia rebelde, enfurecida... gostava de desafios. Foi informado de que seria vaiado como todos os outros! Seria execrado em praça pública! Não deveria subir no palanque o grande orador paraibano Alcides Carneiro; seria jogado na cova dos leões se assim o fizesse. Foi.
 - ...Povo cajazeirense... (Vaias!)
 - Cajazeiras, a terra do Padre Rolim! A cidade que ensinou a Paraíba a ler, não vai vaiar Alcides Carneiro!
    Gritos! Aplausos! Palmas! Bombas! Festa, o povo enlouqueceu em alegria e ainda hoje carrega o andor sem reclamar e leva seus políticos nas costas sem reclamar, porque ensinou a Paraíba a ler como disse o maior dos oradores paraibanos: Sir Alcides Carneiro. Daí nasceu o bordão "Cajazeiras a cidade que ensinou a Paraíba a ler!" e com isso entrou para a história por uma citação poética de um político paraibano em campanha.

Fonte:





quinta-feira, 20 de abril de 2017

Dr. Celso Matos Rolim


    Celso Matos Rolim foi médico e político. Nasceu em Cajazeiras em 1888. Era filho do Cel. Joaquim Gonçalves de Matos Rolim - Coronel Matos e Maria Idalina de Albuquerque Cartaxo - Sinhazinha. Era casado com Eunice de Medeiros Matos e teve dois filhos: Marinice e Celso Filho. Formou-se em medicina em 16 de março de 1927 pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, hoje, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ e logo depois iniciou suas atividades profissionais em Cajazeiras. Foi um dos precursores da formação e construção do Hospital Regional de Cajazeiras e é autor de um trabalho biográfico sobre seu pai, o qual foi lido na abertura do centenário de nascimento do coronel Matos, festivamente comemorado em 1968. Participou do Movimento que conduziu Getúlio Vargas ao poder em 1930. Integrou a Assembléia Constituinte entre 1935 e 1937, como Deputado Constituinte Estadual da Paraí-
ba, diplomado pelo Tribunal Regional de Justiça Eleitoral em 14 de outubro de 1934. Após seu pai Cel. Joaquim Matos ter pedido demissão do cargo de Prefeito de Cajazeiras, em 10 de dezembro de 1937, Celso Matos é agraciado pelo seu genitor sendo nomeado Prefeito de Cajazeiras para o triênio 1937/1940.
    
Cleudimar  Ferreira
Blog Cajazeiras de Amor. 





Vamos identificar os alunos do Colégio Estadual de Cajazeiras!

Hugo Boss professor, Geraldo Mangueira, Ronaldo, Francivaldo Badin Bruguelo Lamartine, Francisco Fisioterapeuta, 9- Dirceu Marques 10- Valdenez 11- Eliezer Filho 12- Nurisman Cartaxo 13- ? 14- Dimas Maciel 15- Marisa matias almeida Rolim 16- Lucia Candeia 17- Lucia Candeia Erivania Bandeira, José Augusto Maciel (Júnior de Dedé Morais)

segunda-feira, 17 de abril de 2017

O HOMEM MAIS SABIDO DE CAJAZEIRAS

      Em 1975 foi publicada a primeira edição do Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de autoria de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Foi, e continua sendo fenômeno editorial brasileiro. Só não vendeu mais que a bíblia, no Brasil.
      Bem, Cajazeiras poderia ter um colaborador para esse fenômeno editorial, tendo em vista que ele era um apaixonado por palavras. Apaixonado ao ponto de ser um exibidor de vocabulário escorreito, digo: apurado. Suas palavras eram pronunciadas ao sabor da prolixidade, digo: muito longo, ou difuso.
      Não, o nosso personagem amante da língua pátria não era escritor, não era jornalista, não era intelectual, no sentido lato, digo: amplo, da palavra, não freqüentava as rodas literárias de Cajazeiras, não tinha liame, digo: ligação, com a nata, digo: o que há de melhor, da intelectualidade cajazeirense contemporânea, digo: que vive na mesma época.
      A vaidade e a erudição, digo: instrução vasta e variada, de nosso personagem, com certeza se renderia aos apelos e a ovação, digo: aplausos ou honras entusiásticas, de entrar para a Academia Cajazeirense de Letras, se assim houvesse.
      Sua sapiência, digo: sabedoria divina, encantava e admirava a todos. A todos que se rendiam a seu estilo loquaz, digo: palavroso, verboso.
      Essa figura impoluta, digo: pura, virtuosa, não tinha escritório de advocacia para verbalizar data vênia, digo: expressão respeitosa com que se principia uma argumentação, e logorréias, digo: hábito de falar com excesso.
      Talvez nossa figura em destaque fosse o precursor, digo: que precede, da criação genial do dramaturgo Dias Gomes, Odorico Paraguassu. O linguajar rebuscado, digo: requintando, era sua marca registrada.
      Afinal, se ele não estava numa banca de advocacia, onde ele estaria então? Estava ele num banco. Não, não era no Banco do Brasil. O seu banco, era o banco onde ele estava sentado vendendo tudo que uma budega sortida tinha para atender sua clientela. Sentado em seu banco, atendia a todos. Aos matutos, que se lhe rendiam basbaque, digo: que fica pasmo diante de tudo, e os urbanos de Cajazeiras.
      Sua budega era bem provida, bem arrumada, bem limpa, de balcão bem organizado, distante dos balcões de outras budegas que serviam pinga em balcões sujos e imundos devido as goipadas dos pinguços dadas ao seu pé em louvor à dose do santo.
      Sempre com seu dicionário apostos em sua mesinha de trabalho, onde ficava a gaveta do caixa, ali lia e relia (percebi o cacófato, digo: som destoante) as páginas de seu dicionário, de onde sairiam suas palavras difíceis arremessadas aos fregueses.
      Se lhe perguntassem: - “Tem palito de dente?”, ele responderia: - “Você, nobre freguês, está a procura de pequenos gravetos propícios à extração de restos alimentares pós refeições?”. E se procurassem por rapadura, teriam como resposta: - “Meu caro freguês, você está solicitando um retângulo sólido, de doce natural, extraído da planta da família das gramíneas, processado via mecanismo laboral artesanal?”. Um rapaz queria sal de cozinha, e ele respondia: - “O jovem imberbe está a requisitar cloreto de sódio, cristalino, branco, usado na alimentação?”
      Em conversas com pessoas, se lhe contestassem o sentido de uma palavra, era o mesmo que chamá-lo para a briga, não a briga braçal, mas o acinte, digo: a provocação, em desmoralizá-lo em sua verborragia, digo: grande abundância de palavras, mas com poucas idéias, no falar ou discutir.
      Por todo seu esforço em querer falar difícil e bonito, conquistando a admiração principalmente dos matutos, ele é considerado o homem mais sabido de Cajazeiras. Nem que seja nas mesas de bares e esquinas onde a galhofa e o palavrório é a tônica.
      Seu nome é: Zecão.



Histórica Pedra do Galo…

A Pedra do Galo, todos os anos, 
é o ponto de referência para 
a partida da tradicional Via Sacra 
e tem como término 
a Igreja de São João Bosco, 
na Praça Camilo de Holanda.
     Histórica Pedra do Galo e a Cruz de Cristo e a vitória das mulheres para retirar o cabaré de Cajazeiras por trás do Cemitério Velho.
     Nos idos de 1950, depois de um embate entre as mulheres cristãs de Cajazeiras e o poder público municipal, com o objetivo de retirar o cabaré de Cajazeiras, por trás do Cemitério Coração de Maria, conhecido como “Ferro de Engomar” e o grito de Frei Damião de que só voltaria a pregar as Santas Missões em Cajazeiras depois que o prefeito mudasse de local o velho meretrício. Para comemorar a vitória da luta pela retirada, foi celebrada uma missa, por Frei Damião. A comunidade católica tomou como base uma pedra existente mesmo em frente ao novo local do cabaré da cidade, que ficou conhecido como “A Palha” e construiu uma Cruz e no seu ápice colocou um galo. 
     A Pedra do Galo, todos os anos, é o ponto de referência para a partida da tradicional Via Sacra e tem como término a Igreja de São João Bosco, na Praça Camilo de Holanda.  
     A Pedra do Galo fica situada na Velha Estrada de Jatobá, hoje Bairro São Francisco.O prefeito foi Otacílio Jurema.
TV DIÁRIO DO SERTÃO


sábado, 15 de abril de 2017

Minas de ferro em Patamuté

A Serra da Arara
   Há muito tem po se fala na e-xistência de jazi das de ferro em Cajazeiras. Coisa antiga.”
   Comentou de certa feita Fras-sales na sua coluna no Gazeta do Alto Piranhas. O assunto me fez voltar a tempos da minha infância. Explico, metade da Serra da Arara pertence à minha família do lado materno, local onde muito brinquei na minha infância/juventude.
       No meio do topo da Serra, há uma placa de metal cravada num baixo pedestal com uma inscrição em inglês com a face voltada para o céu. Os mais velhos contam que foi uns americanos que a coloca ram atestando que a Serra era fecunda em minérios. Subi na infância para ver placa dos americanos, épo ca em que o meu inglês se resumia às aulas dos professores Zé Andriola e Mister Boy do Diocesano. Ou seja, muito rudimentar para entender o que estava escrito!
Há alguns anos atrás uma prima me liga confirmando que a Serra era realmente detentora de uma nova Carajás sem ouro. “Estamos ricos!” exclamava ela exultante.
Como se sabe que aonde há fumaça há fogo, assim tomei conhecimento através do Frassales que “a especulação vem de longe, de muito longe.”, já foi assunto “pelo presidente da província da Parahyba do Norte, Ambrósio Leitão da Cunha, em Relatório ao sucessor, no longínquo ano de 1860”.
Oxalá que a minha prima estivesse certa! Mas o assunto foi para as calendas gregas!